Gestão de contratos em redes e franquias: quanto custa NÃO ter um sistema centralizado?
- Fábio Campelo
- 22 de dez. de 2025
- 3 min de leitura

Se você já trabalhou em uma empresa com várias unidades — seja uma rede varejista, uma franquia ou um grupo com filiais — provavelmente conhece os desafios da gestão de contratos em redes e franquias. A cena é clássica:
Um contrato vence e ninguém percebe.Um reajuste acontece fora do prazo.Uma cláusula muda, mas a informação não chega para quem precisa.
E quando alguém pergunta “qual é a situação dos contratos?”, a resposta vem embalada em silêncio, ligações de última hora e uma caça ao tesouro em e-mails e pastas.
O problema é que isso não é só incômodo. É caro.E muitas empresas só percebem o tamanho do custo quando ele já virou prejuízo.
O tipo de contrato que mais escapa em redes e franquias
Em operações multiunidade, contratos não são poucos — e não são simples.
Normalmente entram na conta:
contratos de locação de imóveis (lojas, quiosques, CDs)
aditivos, renovações e reajustes
contratos de prestadores de serviço locais
contratos de franquia, royalties e taxas
contratos de manutenção e facilities
Ou seja: contratos não sustentam só o jurídico. Eles sustentam a operação.E quando a gestão deles é fragmentada, a operação paga o preço.
Quanto custa não ter um sistema centralizado?
Vamos colocar no chão algumas consequências práticas.
Multas e perdas por prazos esquecidos Em redes, perder um prazo de renovação pode significar:
multa automática
renegociação em desvantagem
até perda de ponto comercial
Isso não acontece porque alguém é descuidado. Acontece porque planilhas não alertam sozinhas.
Reajustes errados ou fora de calendário Se o índice muda, se o reajuste é anual, se tem carência ou regra especial… alguém precisa lembrar.
Quando isso fica manual, erros aparecem:
reajuste aplicado duas vezes
reajuste não aplicado
contrato com índice desatualizado
No fim, o impacto é direto em caixa.
Falta de visão consolidada Sem centralização, a empresa não sabe:
quantos contratos tem
quanto paga por unidade
quais vencem nos próximos meses
onde está o maior risco jurídico ou fiscal
Resultado? A gestão vira reativa.
E gestão reativa quase sempre custa mais.
Duplicidade e retrabalho entre áreas Facilities tem uma versão. Jurídico tem outra. Financeiro tem outra.
Isso gera:
conferência em duplicidade
desalinhamento
discussões intermináveis no fechamento
O impacto invisível: governança enfraquecida
Existe um custo que não é simples de colocar em planilha: a perda de governança.
Quando contratos estão espalhados, a empresa fica vulnerável a:
riscos fiscais por cláusulas mal aplicadas
auditorias com pouca rastreabilidade
decisões estratégicas sem base confiável
E aqui entra um ponto ainda mais crítico: com a reforma tributária em andamento, contratos vão sofrer mais revisões do que nunca.
Se hoje já é difícil rastrear contratos num ambiente manual, imagina num cenário em que regras tributárias mudam e exigem readequação rápida.
O que muda quando você centraliza contratos
Empresas que implementam um sistema de gestão contratual centralizado relatam mudanças claras:
redução significativa de multas por prazo
previsibilidade de fechamento contábil
controle de reajustes automático
dashboards consolidados por unidade e categoria
rastreabilidade completa para auditoria
integração com ERP e fiscal
O que antes era “correria” vira rotina.
Por que um sistema especializado faz diferença
Um sistema como o Rent System foi pensado exatamente para a complexidade de redes e franquias.
Ele organiza contratos de forma estruturada, acompanha vigências, índices e aditivos automaticamente e permite que áreas diferentes trabalhem em cima da mesma base.
Isso garante:
colaboração sem ruído
histórico confiável
alertas automáticos
visão gerencial em tempo real
Em outras palavras: menos improviso, mais gestão.
Sinais claros de que sua empresa já passou do limite com planilhas
Se você reconhece dois ou mais desses pontos, é sinal de alerta:
ninguém sabe exatamente quantos contratos ativos existem
cada área usa uma planilha diferente
o time descobre vencimentos “no susto”
reajustes dependem de memória humana
auditoria sempre gera retrabalho
decisões sobre expansão ou fechamento não têm base consolidada
Isso não significa que a empresa é desorganizada. Significa que ela cresceu.E o modelo de gestão não acompanhou.
Conclusão
Gerir contratos em redes e franquias é como cuidar de uma grande engrenagem. Quando cada contrato fica em um lugar diferente, a engrenagem começa a ranger: prazos escapam, custos saltam, governança enfraquece.
A pergunta não é mais se a empresa consegue operar com planilhas. Quase sempre consegue.
A pergunta real é: quanto dinheiro, tempo e tranquilidade isso já está custando?
Se a resposta incomoda, talvez seja a hora de centralizar a gestão contratual e entrar em 2026 com mais controle e previsibilidade. Conte com a LEADS.




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