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Checklist IFRS 16 2025/2026: o que sua empresa precisa ter pronto antes do próximo ciclo


Close das mãos de um profissional contábil analisando um Checklist IFRS 16 digital em tablet, focado em auditoria e fechamento 2025/2026, em ambiente de escritório claro.

Se você trabalha com controladoria ou contabilidade corporativa, sabe que IFRS 16 nunca foi só “mais uma norma”. Ela mexe com o coração financeiro da empresa: ativos, passivos, despesas, EBITDA, covenants, auditoria.

E quando chega dezembro, a pergunta muda de tom. Não é mais “estamos fazendo IFRS 16 certo?”. É: “A gente está pronto para fechar o ano e entrar no próximo ciclo sem susto?”

Esse checklist é para responder isso com clareza.

  1. Você tem um inventário completo de contratos de arrendamento?

Parece básico, mas ainda é onde muita empresa falha.

Inclua:

  • imóveis (lojas, escritórios, centros de distribuição)

  • frotas

  • equipamentos locados

  • contratos embutidos (quando o arrendamento está dentro de um contrato maior)

Sem inventário atualizado, IFRS 16 vira estimativa. E estimativa vira risco.



  1. Os contratos estão centralizados e com versões válidas?

Durante o ano, contratos mudam. Renovações, distratos, aditivos, reajustes, renegociações.

Se essas versões ficam espalhadas, uma delas sempre acaba sendo usada errada no fechamento.

Pergunte ao time:

  • todos acessam a mesma base?

  • sabemos qual é a versão vigente?

  • conseguimos rastrear por que um contrato mudou?



  1. As premissas de cálculo estão claras e documentadas?

Taxa incremental, prazo de arrendamento, opção de renovação, valor variável, componentes não arrendados.

Isso tudo precisa estar:

  • definido

  • validado

  • registrado

Auditoria não quer só o número final. Quer entender a lógica.



  1. Você recalcula impactos quando há aditivos ou mudanças relevantes?

Um simples aditivo que aumenta prazo ou valor pode alterar ativo, passivo e despesa financeira.

Empresas maduras em IFRS 16 não recalculam só no fim do ano. Elas acompanham o impacto ao longo do ciclo.


  1. Existe rastreabilidade entre contrato → cálculo → lançamento contábil?

Essa é uma das cobranças que mais cresce em auditoria.

Se um auditor perguntar “me mostre o caminho desse número”, você precisa conseguir:

contrato → parâmetros → cálculo → memórias → integração → lançamento.

Sem isso, o fechamento vira defesa em vez de transparência.



  1. Seus lançamentos são automáticos ou ainda dependem de planilha?

Aqui está a diferença prática entre estar “aplicando IFRS 16” e estar “preparado para IFRS 16”.

Lançamento manual significa:

  • risco de erro humano

  • retrabalho se um contrato muda

  • tempo perdido em conferência

  • dificuldade de justificar diferenças

Automação significa:

  • consistência

  • auditoria fluida

  • fechamento mais rápido



  1. Você consegue simular impactos para o próximo ano?

IFRS 16 afeta o futuro. Então não basta fechar passado.

Você precisa conseguir responder:

  • qual o impacto dos contratos que vencem em 2026?

  • quanto do passivo vai migrar para curto prazo?

  • que contratos terão reajuste e como isso altera despesa?

Sem simulação, a diretoria perde previsibilidade.



  1. Seu sistema conversa com o ERP?

Se o time precisa exportar planilha, ajustar, importar de novo… o processo fica frágil.

Integração direta garante:

  • lançamentos padronizados

  • redução de esforço operacional

  • menos divergência entre áreas

  • fechamento com menos fricção



O que o checklist IFRS 16 revela na prática

Se você marcou “não” em 2 ou mais itens, não significa que a empresa está fora da norma.

Significa que ela está vulnerável.

E vulnerabilidade em IFRS 16 normalmente aparece quando?

  • no fechamento anual

  • na auditoria

  • na renegociação bancária

  • na análise de desempenho

Ou seja… sempre no momento mais sensível.



Como dar o próximo passo sem começar do zero

A boa notícia é que não precisa reinventar a roda.

O caminho mais eficiente é estruturar IFRS 16 em uma plataforma especializada, que:

  • centraliza contratos

  • automatiza cálculo

  • parametrize regras

  • gera relatórios auditáveis

  • integra com ERP

  • permite simulação de cenários

Isso transforma IFRS 16 de “tarefa sofrida” em governança contínua.



Conclusão

O próximo ciclo contábil chega rápido. E IFRS 16 não dá margem para improviso.

Se você quer entrar em 2026 com previsibilidade, rastreabilidade e menos stress no fechamento, o checklist acima te mostra exatamente onde focar. O ponto não é só cumprir a norma.

É cumprir com controle, velocidade e segurança. Conte com a Projeto Único.


 
 
 

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